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23-07-2010
17-07-2010
12-07-2010
09-07-2010
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Origens da Rede de Cooperação Cantareira
A Rede de Cooperação da Cantareira é um projeto do IDEAS (Instituto de Empreendedores Ambientais e Sociais), associação sem fins lucrativos formada por moradores da Cantareira que resolveram disponibilizar ferramentas de rede aos ambientalistas da Cantareira com objetivo de potencializar o movimento sócioambiental local . Entretanto, as origens históricas da formação de uma Rede sócio ambiental da Cantareira remonta cerca de 30 anos atrás, poucos anos depois da inauguração do sistema Cantareira. O movimento ambientalista na região se estabelece no intuito de estabelecer uma legislação de proteção única que abrangia diversas bacias e sub-bacias, com realidades de tendências de uso e ocupação. No decorrer desses 30 anos de história, diversos atores sociais e ambientais da região lutam para garantir um desenvolvimento sustentável, que possa proporcionar o máximo possível à preservação dos recursos hídricos e florestais, que em resumo é o fundamento de todo esse trabalho e de todos os sacrifícios que essas comunidades vêm experimentando durante essas três últimas décadas de crescimento exarcebado. Nos anos 70, em decorrência da crescente favelização, observamos o surgimento de diversas lideranças de bairro atuantes e a proliferação de associações e importantes trabalhos comunitários principalmente nas zonas de contato entre a Serra e metrópole. Neste contexto é importante ressaltar a importância do trabalho comunitário realizados pelo Movimento dos Moradores dos Municípios de Caieiras, Mairiporã e Franco da Rocha, CASC - Congregação das Associações da Serra da Cantareira, AMPAC - Associação dos Moradores do Alpes de Caieiras, Associação Acorda Mairipa, Amigos do Horto, Associação Flora Cantareira, AMAR, Associação dos Moradores e Amigos da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo, entre outras . Atualmente as redes da Cantareira se entrelaçam e se fortificam conforme a necessidade ou perigo eminente sendo cada vez maior o número de moradores desta floresta metropolitana, organizações, associações atualmente preocupados com o futuro da Cantareira. Em 1994, seus moradores pleitearam e obtiveram junto a UNESCO, o título de reserva da biosfera do cinturão verde da cidade de São Paulo para Cantareira e o Horto Florestal. O exemplo mais recente de forte poder de mobilização em defesa da Mata Atlântica remanescente foi o Movimento S.O.S Cantareira. Veja mais!
RECANTA busca viabilizar com eficiência o empoderamento e parceria entre comunidades do entorno e órgão gestores da Unidade de Conservação da maior floresta metropolitana do Brasil (PEC) a partir de um trabalho em rede presencial e virtual que propicie acesso às novas tecnologias, a ampla difusão de informação, e elaboração de projetos sócio-ambientais da região, incluindo Ecoturismo, Educação Ambiental e documentação histórica. Este fortalecimento tem a intenção de viabilizar um "trabalho sócio-ambiental com mais qualidade" - o que significa profissionalização dos serviços de comunicação, gerando novos investimentos e oportunidades tendo como metas o desenvolvimento sustentável regional e a formação das futuras gerações para a preservação dos recursos florestais. Nos últimos anos, diversas ONGs têm concentrado parte significativa das suas atividades na coleta e sistematização de informações estratégicas sobre a função dos ecossistemas a partir de levantamentos completos e detalhados sobre impactos dos processos de devastação e desflorestamento. As organizações governamentais e não governamentais no mundo inteiro têm percebido que o impacto social gerado pela sua atuação mitigadora pode ser potencializado se suas ações forem articuladas em redes de maior abrangência técnica ou geográfica. Isso porque as redes possuem grande capacidade de diagnosticar áreas de risco que vincula aspectos ambientais aos sócio-espaciais, possibilitando uma influência crescente na formulação de políticas públicas sustentadas na adoção de cautelas ambientais. |
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